Avatim esclarece em nota denúncia sobre jornada de trabalho

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NOTA DE ESCLARECIMENTO

A respeito de denúncia enviada à imprensa da região Ilhéus-Itabuna envolvendo a jornada de trabalho de seus colaboradores, a Avatim esclarece que todos os trabalhadores da fábrica são contratados em regime CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). São 44 horas de trabalho semanais, sendo oito horas de segunda a sexta-feira e quatros horas no sábado. No entanto, por acordo da empresa com os colaboradores e permitido por lei, em geral, essas quatro horas do sábado podem ser diluídas durante a semana.

Diante da situação de emergência causada pela pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), a Avatim direcionou 100% de sua capacidade fabril para a produção de itens de higienização, tais como sabonetes e álcool em gel. Mais de uma tonelada do álcool em gel 70% e outros 300 litros de sabonete líquido estão sendo prontamente doados a órgãos públicos locais, estaduais e federais que estão em vigilância e combate contra o Coronavírus, além de instituições filantrópicas como abrigos de idosos e grupos de apoio a crianças com câncer. Além disso, cada colaborador recebeu 1,5 litro do produto. A situação requer urgência e ontem (23 de março), oito trabalhadores da fábrica foram convocados a atuar em um terceiro turno para agilizar a produção desses itens tão necessários ao combate à pandemia e que já estão em falta no mercado de todo o Brasil.

A Medida Provisória 927/2020, que dispõe de alternativas trabalhistas para enfrentamento do estado de calamidade pública em que o Brasil se encontra, autoriza converter dias não trabalhados em banco de horas. Foi o que ocorreu ontem (23). Na ocasião extraordinária desse terceiro turno, a empresa ofereceu um lanche, composto por suco e pão com manteiga aos colaboradores que precisaram trabalhar. Como o comércio encontra-se fechado em toda a região para conter a disseminação do vírus, aquela foi a opção encontrada no horário.

Como é sabido ou imaginado por todos, essa pandemia está gerando uma enorme crise econômica no País. Por motivo de segurança, as mais de 150 lojas Avatim pelo Brasil encontram-se fechadas e, consequentemente, a empresa encontra-se sem faturamento desde o dia 17 de março. No entanto, mesmo diante da crise, a Avatim não pretende demitir nenhum colaborador. Alguns receberam férias, outros estão exercendo suas funções em home office e outros estão em licença remunerada e/ou usando banco de horas, como as gestantes e outras pessoas no grupo de risco para o Covid-19. Mas até o momento não houve nenhuma demissão. A solução para manter a folha de pagamentos é justamente a produção do álcool em gel para atender à demanda de hospitais, clínicas e órgãos públicos que travam o combate ao vírus.

Todos os colaboradores foram informados sobre as novas rotinas da empresa e mostraram compreensão diante do cenário de calamidade que todo o País atravessa.

Sobre a insalubridade, ponto citado na denúncia, a empresa informa que obedece a todas as normas da Anvisa e do Ministério do Trabalho. Quem manipula diretamente o produto e faz o envase recebe o adicional de insalubridade. Mas quem trabalha com o produto já fechado não tem direito ao adicional, pois não fica exposto a nenhum produto químico.

A Avatim tem um trabalho de excelência, amplamente reconhecido na região, chegando inclusive a ganhar prêmios de Qualidade no Trabalho reconhecidos pelo Sesi (Serviço Social da Indústria).

Mais medidas já foram adotadas pela empresa para preservar seus colaboradores dos riscos de contágio da doença, tais como o transporte desde casa até a fábrica e vice-versa, intensificação de práticas de proteção, aumentando o grau de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e horários de almoço alternados, visando diminuir formação de grupamentos de pessoas.

A Avatim coloca-se à disposição da imprensa para demais esclarecimentos e informa portar toda a documentação legal para provar o cumprimento das normas trabalhistas vigentes no Brasil.

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