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Queda nos preços dos alimentos consumidos em casa impacta IPCA de agosto

unnamed(5)O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto de 2019, divulgado na última sexta (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), teve alta de 0,11%.

Segundo avaliação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), sem a queda de 0,84% nos preços dos alimentos consumidos em casa no mês passado, o IPCA de agosto teria sido mais que o dobro, alcançando 0,24%.

“Essa queda de preços impactou o resultado de agosto em -0,13 pontos percentuais. Ou seja, sem essa contribuição da agropecuária garantindo preços menores aos consumidores, o IPCA mensal teria sido de +0,24%, e não apenas +0,11%”, explica o assessor técnico do Núcleo Econômico da CNA, Paulo André Camuri.

De acordo com o Comunicado Técnico da CNA, nos últimos 12 meses, o índice de inflação subiu de 3,22% em julho para 3,43% em agosto. “O resultado ainda está dentro da meta de inflação de 4,25% para 2019, com margens inferior e superior de 1,5 p.p.”.

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Jornalista Ricardo Boechat morre em queda de helicóptero

Ricardo Boechat - foto reprodução Band.

Ricardo Boechat – foto reprodução Band.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o piloto e ele, que estavam na aeronave, morreram carbonizados

O jornalista e apresentador da Rede Bandeirantes Ricardo Boechat, de 66 anos, morreu hoje (11) em uma queda de helicóptero na região de São Paulo, na Rodovia Anhanguera.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o piloto e ele, que estavam na aeronave, morreram carbonizados. A informação foi divulgada pelo governo do estado paulista.

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Queda na arrecadação impacta duramente finanças do município de Ilhéus

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Prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro_foto Secom Ilhéus

O prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, afirmou na manhã desta segunda-feira, 24, em entrevista a uma emissora de rádio, que Municípios e Estados passam por dificuldades financeiras, devido à crise nacional e a queda de arrecadação geral. De acordo com Ribeiro, Ilhéus, assim como a maioria das cidades brasileiras, sofre com as crises nacional e regional, que afetam o recolhimento de IPI – Impostos sobre Produtos Industrializados e ICMS – Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, afetando a transferência de receita para os municípios.

Jabes avalia ainda, que Ilhéus vive uma situação atípica, sofre reflexos da crise do cacau e da sua cadeia produtiva, que impactou no ICMS, e a partir de 2015, o município começou a perder transferências de rendas, oriundas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).  Além disso, que o País terá uma queda de 3,3 por cento do seu Produto Interno Bruto (PIB), este ano. “Sofremos um impacto negativo muito forte em nossa economia. Tivemos queda de transferência de receitas e também dificuldades em arrecadação de tributos municipais. Ilhéus já foi o terceiro ICMS da Bahia, hoje é o vigésimo primeiro”, declarou.

Sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o prefeito enfatizou que está adotando medidas para o seu cumprimento e ressaltou a importância da reforma tributária municipal. “Se não fizéssemos a reforma, nem os salários dos servidores seriam pagos. Existe um aumento natural da folha. Em 2015, perdemos cinco milhões. Em 2016, perdemos até agosto 15 milhões, vamos perder mais 7 milhões e 600 mil, até dezembro. Tivemos uma queda em nossa receita de quase dois milhões por mês. Estamos tomando atitudes para cumprir a LRF”, disse.

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Bahia deixou de arrecadar R$ 1 bilhão em convênios federais no ano de 2015

sefazbaA Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-BA) fez as contas e diagnosticou que a Bahia vem sofrendo um preocupante efeito colateral dos ajustes promovidos pelo governo federal: mês a mês, ao longo de todo o ano de 2015, têm sido frustradas as previsões de receitas de transferências de convênios federais. Somadas as diferenças, até outubro, o prejuízo aos cofres estaduais já é superior a R$ 1 bilhão.

Para o secretário Manoel Vitório, a redução dos repasses, se ajuda nas contas do governo federal, no âmbito do Estado tem efeito prejudicial, devendo influenciar negativamente o resultado primário do governo, um dos parâmetros mais importantes para as contas públicas, de acordo com as exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal.

(Secom/Bahia)



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