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Uesc completa 32 anos de estadualização Instituição celebra sua contribuição à sociedade baiana

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Nesta terça-feira, 5 de dezembro, a educação baiana e brasileira celebra os 32 anos da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), localizada no bairro Salobrinho, à margem da Rodovia Jorge Amado, município de Ilhéus. Trata-se de uma iniciativa científica, acadêmica, social, cultural e econômica bem-sucedida; sua atuação incide em toda Bahia, principalmente nos 74 municípios de sua área de abrangência. Atualmente, a Universidade acolhe estudantes vindos de todos os estados, do Distrito Federal, e de vários países.

A trajetória de sucesso da Uesc como Universidade pública, gratuita, com ensino de qualidade, tem início a partir do momento em que o Governo do Estado incorporou a Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna (Fespi), uma escola particular, ao quadro das instituições públicas de 3º grau da Bahia, através da Lei 6.344 de 05/12/91.

Para o reitor Alessandro Fernandes, nestes 32 anos de existência, a Uesc tem participado ativamente do processo de desenvolvimento cultural e socioeconômico da região cacaueira e de toda Bahia, por meio da contribuição direta na formulação de políticas públicas, formação de excelentes profissionais e incentivo ao empreendedorismo, tendo alcançado posição de destaque e excelência junto ao Ministério da Educação.

Graças ao esforço dos seus professores, estudantes, técnicos e analistas, a Uesc tem se destacado na produção científica em seus diversos laboratórios de pesquisa, nas mais diferentes áreas do saber, desde a iniciação científica até a pós-graduação, com uma profusão de artigos publicados e patentes registradas no Brasil e no exterior, além de ser agraciada com inúmeros prêmios em congressos e concursos que tem participado.

A Uesc oferece 39 cursos de graduação, sendo 34 regulares e presenciais e cinco na modalidade ensino a distância (Ead). A Pós-Graduação conta com 50 cursos, distribuídos em 17 especializações, 25 mestrados e 08 doutorados.

O reitor Alessandro Fernandes lembra que a nossa Universidade é o resultado de esforços plurais, da comunidade acadêmica e da regional. “Nossa riqueza é, e deve ser, a nossa pluralidade e a nossa diversidade. Com 32 anos de estadualização, hoje estamos conscientes que uma universidade deve estar além das suas atividades finalísticas, que consiste no ensino, na pesquisa e na extensão, deve formar cidadãos capazes de influírem na transformação do ambiente onde estão inseridos”.

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