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Cabeça Isidoro lança disco ‘Panfletários’ com show na praça Ruy Barbosa, Ilhéus, nesta sexta (07)

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O cantor e compositor Cabeça Isidoro vai lançar seu novo disco “Panfletários”, em um show aberto ao público, nesta sexta-feira (07), às 19h, na praça Ruy Barbosa (em frente ao Badauê), centro de Ilhéus. Neste primeiro trabalho solo, o músico agrega ao seu rock n’roll elementos do jazz, folk e cantoria, para falar de amor. A apresentação marca o lançamento do álbum, que estará nas plataformas digitais nos próximos dias.

Com 25 anos de carreira, Cabeça Isidoro, que tem habilidades artísticas em diversas áreas e é reconhecido como multiartista, soma em sua trajetória a co-fundação das bandas Dr. Imbira, Improviso Nordestino e Crime Organizado.

“Panfletários é o meu primeiro disco solo gravado em estúdio. Costumo compor muito, são mais de 400 músicas criadas, incluindo repertório de bandas e criações para espetáculos de teatro e dança. Mas este álbum é especial, porque é uma seleção cuja primeira composição foi criada há 15 anos, por isso, não é um recorte de um período criativo, mas de um entendimento sobre o amor, a partir de experiências vividas nesses anos todos”, conta o compositor de “Também agora sou romântico”, “Frequência certa”, “Enquanto tu”, “Vovó cobertor de amor” e “Subterfúgio”, algumas das novas faixas. Sobre o nome do álbum, o artista comenta que remontou à Idade Média. “O panfleto surgiu quando um apaixonado anônimo fez o seu poema de amor circular nas ruas de Londres. Daí o nome do disco, que escolhi porque são dez músicas, dez panfletos sonoros falando essencialmente de amor”, pontua.

Programação de sexta-feira (07)

Antes de iniciar o show Panfletários, Cabeça Isidoro vai apresentar a sua mais nova criação artística: o monólogo “A semiótica da antropofagia de um palhaço marginal – Foi preciso enlouquecer, para se ter clareza!”. Neste, o palhaço Bengalafubenga, a bordo de sua utópica Cia. sem fronteiras Circo Anárquico, se expõe em uma autoantropofagia, contando e cantando algumas das desventuras e imoralidades da vida de um artista marginal adicto em recuperação. Nessa criação baseada em fatos reais, o poeta/palhaço e seu violão acendem a luz e desvelam a hipocrisia social de forma poética, didática e espirituosa.

A apresentação será seguida do show musical, composto por uma banda formada pelos vocais de Geisa Pena, Tacila Mendes e Roberta Brandão, além da guitarra de Ismera, baixo de Alex Sonoro e bateria de Jorge Bullet. As participações que subirão ao palco nesta noite são Neivan Silva, no violino; Mateo Crevatin, no acordeon; e Danilo Ornelas, na rabeca.

A produção do show é realizada por uma equipe conduzida por Iara Colina, na qual somam forças Pedro Reis, Sophia Sá Barretto, Ivana Nístico, Jack Meira e Cris Passos. O evento conta com apoio de OBadauê, Canoa Sonora, Tupi no mundo, O mundo de Sophia Produções Diversas, Companhia Circo da Lua, GonGombira Serviços Culturais Serviços Culturais, Relicário Espaço Criativo, Camisaria Trapos e Panos, Coletivo 7, Zinguê Casa dos Ventos, Secretaria de Cultura de Ilhéus, Ana Lee Fotografia, Foto&Arte Mariana Cabral e Circo Anárquico.

Disco “Panfletários” – Foi gravado, mixado, masterizado e produzido pela Canoa Sonora e tem a capa assinada pelo artista Ayam U’Brais. As 10 faixas compostas por Cabeça Isidoro têm participação de Tacila Mendes, Geisa Penna, Ingrid Luíse, Cris Passos e Márcia Mascarenhas nos vocais; Ismera (guitarra), Mailton Figueiredo (baixo); Victor “Orixafricano” Santana (bateria), Zezo Maltez (saxofone), Danilo Ornelas (rabeca); Anderson Ribeiro (teclado), Neivan Silva (violino), Mateo Crevatin (acordeon).

Sobre Cabeça Isidoro @cabecaisidoro – Músico, cantor, compositor, multi-instrumentista, ator, produtor cultural, diretor musical, educador musical e construtor de instrumentos sonoros alternativos. Como compositor, foi cinco vezes premiado no Festival Multiarte Firmino Rocha (2009-2011). Participa da banda Dr. Imbira desde 1998, levando rock e blues autorais em diversas atuações na região. Integrou e gravou disco com a banda Improviso Nordestino. Participou da banda Mulheres em Domínio Público, em 2012. Integrou e gravou o álbum da banda Crime Organizado (2013 a 2016). Criou os espetáculos musicais autorais Ensaio Sobre uma Tal Democracia; Amor, política e Ozadia (disponível no Youtube); e Canções para amar no escuro. Foi compositor e diretor musical do grupo Teatro Popular de Ilhéus (BA), de 2006 a 2023. É criador do Cine Incidental, em cartaz desde (2010), proposta em que cria e executa novas trilhas sonoras para filmes mudos, a exemplo de Dia de Pagamento, de Charles Chaplin.

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