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Política Nacional de Resíduos Sólidos é tema do Agenda Bahia de hoje

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O desafio imediato para economia verde será tema da palestra de Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem

Estimular a prática do consumo sustentável e o aumento da reciclagem e da reutilização dos resíduos sólidos: esses são os principais propósitos da Política Nacional de Resíduos Sólidos, estabelecidos pela Lei nº 12.305/10. A legislação que coloca o Brasil em patamar de igualdade aos principais países desenvolvidos será tema do terceiro encontro do Agenda Bahia 2013, com a participação de Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Participam ainda do debate Mariana Meirelles, secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e Dalberto Aduilis, gerente de conteúdos e metodologias do Instituto Akatu. O evento acontece hoje, dia 26, às 9h, no Auditório da FIEB – Federação da Indústria e Comércio do Estado da Bahia, localizado no bairro do Stiep, em Salvador.

Para evoluir na estratégia de crescer com sustentabilidade, a Braskem conta com uma base sólida de gestão e uma forte cultura empresarial. Com esses objetivos, a Braskem definiu sete macro objetivos prioritários de atuação. Entre as iniciativas que estão sendo realizadas pela Braskem está o investimento no suporte ao desenvolvimento técnico que abrange 38 centrais de triagem e reciclagem mecânica de plásticos, no Rio Grande do Sul, a criação do Instituto Socioambiental Plastivida, que atua na promoção da reciclagem e o início das ações para implantar programas de inserção social, por meio da reciclagem, nos estados de Bahia, Alagoas, Rio de Janeiro e São Paulo.

A previsão é de que, até 2015, a Braskem defina um modelo de negócio e de parceiros para a primeira unidade de reciclagem energética no Brasil e o fortalecimento da cadeia de reciclagem nos estados em que atua. Já a meta até 2020 é de tornar a Braskem um importante ator na solução do problema de resíduos plásticos, atingir índices semelhantes aos dos países desenvolvidos, atualmente em torno de 35%, na reciclagem mecânica dos plásticos e tornar realidade a reciclagem energética de resíduos sólidos urbanos.

(Fonte: Rafael Veloso)

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