
Claudia Calmon de Sá, em Itabuna: “só sobrevive quem tiver produtividade”. Foto: Arquivo pessoal
Cotações tiveram nova marca histórica em Nova York, atingindo US$ 12.565 por tonelada
Embalados pelos seguidos recordes de preços do cacau neste ano — nesta quarta-feira (18/12) o produto atingiu o valor histórico de US$ 12.565 por tonelada na bolsa de Nova York —, grandes, médios e pequenos produtores do sul da Bahia, região que já foi uma das maiores produtoras do mundo antes do colapso da praga vassoura-de-bruxa, voltaram a investir na cultura.
O plano principal é aumentar a produtividade das lavouras já existentes, com mais adensamento, manejo e adubação, mas também abrir novos plantios para responder à demanda global, que segue na incerteza do volume de produção da Costa do Marfim e Gana, os maiores produtores e exportadores da amêndoa.
A produtora Claudia Calmon de Sá conta que investiu pelo menos R$ 1,7 milhão neste ano no adensamento e adubação das lavouras de cacau cultivadas no sistema cabruca (sob a sombra de florestas nativas) em 14 fazendas da família nas cidades de Ituberá, Aurelino Leal, Taboquinhas, Uruçuca, Ilhéus, Itabuna, Jussari. Os recursos também foram usados para adquirir máquinas para quebrar a fruta, secadores e aumentar em 15% a mão de obra. Para 2025, segundo ela, o plano é comprar mais máquinas e aplicar outros R$ 2 milhões na cultura.
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