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Homenagem póstuma – João Leal Lavigne de Lemos

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João pai

Minhas lembranças

Na última terça, dia 29, logo pela manhã, recebi um telefone de minha esposa. Ela me disse: acabei de ouvir no programa de Vila Nova, que João Lavigne morreu ontem à noite. Estava em Salvador, na casa de meu irmão, e logo avisei para ele. Depois liguei para minha mãe, que foi surpreendia pela notícia, acredito que não só ela, mas eu, meu irmão e todos que conviveram com João Leal Lavigne de Lemos, meu tio João. Fiquei abalado, consternado, pois o considero um parente de coração, não só ele, e sim toda sua família. Não é preciso ter consanguinidade para sentir-se parente de alguém, ou de alguns, essas pessoas que consideramos especiais, sempre ficarão em nossa memória, de maneira positiva, João em especial. A boa convivência, o respeito, a consideração foi e ainda é o que sempre recebi da família Lavigne.

Lembro-me do olhar sereno, bom humor e sorriso sincero de tio João. Sua satisfação em receber os amigos de Joãozinho, durante o dia a dia. Seu altruísmo diante da nossa intensa presença e convivência em sua casa. Sua paciência com a pancadaria o “clube da luta”. Seu companheirismo em permitir que nós participássemos de suas conversas, em companhia de nosso amigo, tio Maltez. Lembro também dele com seu short de banho, caminhando em direção a praia da Avenida para tomar seu banho de mar (como Iemanjá e Netuno deveriam ficar felizes com a ilustre visita). Lembro de seu imenso amor por sua esposa, tia Ana, que até, uma certa vez, escreveu na parede: “penso tanto em você que sinto saudades de mim”.  Enfim, são tantas lembranças e tantos exemplos, que seria necessário escrever um livro para contá-los. Só o tempo irá nos consolar, porém jamais nos esqueceremos de você. Meu pai Napú o recebeu bem por aí. Sem dúvida nenhuma. Saudade de vocês QUERIDOS.

Poesia do João

João grandão.

Imenso coração.

Nosso urso polar.

O tempo irá nos consolar.

Mas de você ninguém esquecerá.

Seu exemplo irá nos fortificar.

E com a superação do amor.

Nossas vidas irão continuar.

Descanse em paz.

Minha sincera homenagem. Não sou poeta como seu sobrinho Geraldinho Lavigne, mas valeu a pena arriscar.

Ilhéus, 03 de abril de 2016.

Francisco Seixas Silva – Editor do Blog do Chicó.

Anexo I

Lembrança do Casarão. Joãozinho Lavigne e Francisco Seixas.

Lembrança do Casarão. Joãozinho Lavigne e Francisco Seixas. Saudades de João.

2 comments

  1. Ana Carolina Lavigne Tavares 3 abril, 2016 at 14:22 Responder

    Chiquinho meu amigo que homenagem linda pra “meu velho”, obrigada de coração! Nós estamos ainda assustados e meio que anestesiados com sua ausência mas o amor que temos em nossos corações só faz aumentar. Um grande beijo e muito obrigada pelo seu carinho de sempre…

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