Trabalho conjunto da CVR Costa do Cacau e Prefeitura de Itabuna converteu passivo de 40 anos em referência no Brasil

Itabuna, berço da cultura grapiúna, possibilitou à CVR Costa do Cacau, momentos que transformaram toda uma geografia e que envolve também gestores públicos, agentes ambientais, à população em geral, merecendo ser dividido como modelo de boas práticas. Itabuna é conhecida como a capital do cacau e imortalizada pela literatura de Jorge Amado. Mesmo com muita história bonita para contar, a cidade carregava marcas de um lixão a céu aberto que por quatro décadas manchou suas páginas. Em maio de 2026, a cidade completa cinco anos de um novo capítulo com a gestão sustentável de resíduos. E a CVR tem orgulho em ser um pilar estratégico de ser um pilar estratégico nesse processo.
As montanhas de lixo a céu aberto deram lugar a uma nova realidade. O pontapé para a transformação foi a adequação à Lei 12.305 sancionada em agosto de 2010 que instituiu a política nacional de resíduos sólidos, que classifica o que é resíduo sólido e o que é rejeito. Hoje, todo o resíduo sólido é descartado corretamente em aterro sanitário.
Este case, que movimentou a estrutura municipal, não é apenas uma vitória local contra os antigos lixões, passou a ser um manifesto de eficiência que posiciona a Bahia, como um modelo para o país.Aqui neste artigo, mais do que relatar o encerramento do lixão de Itabuna, tem como objetivo oferecer aos gestores públicos e lideranças regionais, uma análise de como a colaboração entre administração pública e a iniciativa privada pode converter crises em modelos de eficiência e responsabilidade.

Atenção aos prazos do Marco Legal
Aqui vai um alerta!.Os prazos para a substituição de lixões por aterros sanitários licenciados esgotaram, sucessivamente, entre agosto de 2021 (para capitais e regiões metropolitanas) e agosto de 2024 (para municípios com menos de 50 mil habitantes). Atualmente, a persistência de depósitos a céu aberto não é apenas um passivo ambiental, é INFRAÇÃO. Gestores que ignoram essa realidade operam sob risco de sanções civis, criminais e a suspensão de repasses federais, conforme as diretrizes de governança do Marco Legal.

Nordeste ainda possui muitos lixões a céu aberto

A Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (ABREMA), diz que, no Brasil, 40% do lixo é descartado de forma irregular e, na região nordestina, 810 cidades ainda possuem estruturas com depósito a céu aberto. Na Bahia, mais de 300 lixões impactam diversas regiões. Conscientes da urgência de reversão desse cenário, nós, da CVR Costa do Cacau, munidos da expertise do Grupo Marca, estamos liderando o movimento para o encerramento dos lixões, tendo Itabuna como nosso principal case.

A experiência de Itabuna, iniciada em 2021, nos forneceu a expertise para liderar a mudança nas demais cidades e desafios que temos pela frente. A substituição do lixão por uma Central de Valorização de Resíduos licenciada não apenas resolveu uma questão de conformidade, mas alterou a percepção da sociedade sobre o tratamento do lixo. Essa ruptura encerrou um período obscuro, substituindo o descontrole sanitário pela expertise técnica e operacional do Grupo Marca.

Saúde eExtinção do lixão de Itabuna completa 5 anos em maio

Trabalho conjunto da CVR Costa do Cacau e Prefeitura de Itabuna converteu passivo de 40 anos em referência no Brasil

Itabuna, berço da cultura grapiúna, possibilitou à CVR Costa do Cacau, momentos que transformaram toda uma geografia e que envolve também gestores públicos, agentes ambientais, à população em geral, merecendo ser dividido como modelo de boas práticas. Itabuna é conhecida como a capital do cacau e imortalizada pela literatura de Jorge Amado. Mesmo com muita história bonita para contar, a cidade carregava marcas de um lixão a céu aberto que por quatro décadas manchou suas páginas. Em maio de 2026, a cidade completa cinco anos de um novo capítulo com a gestão sustentável de resíduos. E a CVR tem orgulho em ser um pilar estratégico de ser um pilar estratégico nesse processo.

As montanhas de lixo a céu aberto deram lugar a uma nova realidade. O pontapé para a transformação foi a adequação à Lei 12.305 sancionada em agosto de 2010 que instituiu a política nacional de resíduos sólidos, que classifica o que é resíduo sólido e o que é rejeito. Hoje, todo o resíduo sólido é descartado corretamente em aterro sanitário.

Este case, que movimentou a estrutura municipal, não é apenas uma vitória local contra os antigos lixões, passou a ser um manifesto de eficiência que posiciona a Bahia, como um modelo para o país.Aqui neste artigo, mais do que relatar o encerramento do lixão de Itabuna, tem como objetivo oferecer aos gestores públicos e lideranças regionais, uma análise de como a colaboração entre administração pública e a iniciativa privada pode converter crises em modelos de eficiência e responsabilidade.

Atenção aos prazos do Marco Legal

Aqui vai um alerta!.Os prazos para a substituição de lixões por aterros sanitários licenciados esgotaram, sucessivamente, entre agosto de 2021 (para capitais e regiões metropolitanas) e agosto de 2024 (para municípios com menos de 50 mil habitantes).

Atualmente, a persistência de depósitos a céu aberto não é apenas um passivo ambiental, é INFRAÇÃO. Gestores que ignoram essa realidade operam sob risco de sanções civis, criminais e a suspensão de repasses federais, conforme as diretrizes de governança do Marco Legal.

Nordeste ainda possui muitos lixões a céu aberto

A Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (ABREMA), diz que, no Brasil, 40% do lixo é descartado de forma irregular e, na região nordestina, 810 cidades ainda possuem estruturas com depósito a céu aberto. Na Bahia, mais de 300 lixões impactam diversas regiões. Conscientes da urgência de reversão desse cenário, nós, da CVR Costa do Cacau, munidos da expertise do Grupo Marca, estamos liderando o movimento para o encerramento dos lixões, tendo Itabuna como nosso principal case.

A experiência de Itabuna, iniciada em 2021, nos forneceu a expertise para liderar a mudança nas demais cidades e desafios que temos pela frente. A substituição do lixão por uma Central de Valorização de Resíduos licenciada não apenas resolveu uma questão de conformidade, mas alterou a percepção da sociedade sobre o tratamento do lixo. Essa ruptura encerrou um período obscuro, substituindo o descontrole sanitário pela expertise técnica e operacional do Grupo Marca.

 

Saúde e economia restauradas com a desativação do lixão

 

Os ganhos foram inúmeros, e podemos destacar hoje os da saúde pública e no resgate da dignidade urbana, comprovando que a gestão correta é o único caminho para cidades que pretendem ser referência em sustentabilidade e crescer de forma saudável.

 

Um outro pilar deste case é a transformação socioeconômica. A erradicação do lixão permitiu a organização da AACRI (Associação de Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna), garantindo que os antigos catadores passassem a atuar como agentes de limpeza com autonomia financeira, e com suporte de profissionais especializados.

 

Para a gestão pública de Itabuna, a parceria com a CVR traduz-se em segurança ao utilizar uma estrutura que já recebeu R$50 milhões em investimentos. O município elimina o custo de manutenção de áreas degradadas e se protege contra multas ambientais.

 

Este, ainda, é apenas o começo

 

O planejamento estratégico da CVR Costa do Cacau prevê que o Sul da Bahia lidere a transição energética no Nordeste, com projetos para geração de biometano e beneficiamento de agregados recicláveis, totalizando aportes de R$100 milhões até 2030. A região é também atrativa para novos negócios, o que eleva o valor de mercado das cidades que aderem a essa agenda.

 

O case Itabuna é uma prova de viabilidade

 

Para as prefeituras que ainda enfrentam o desafio da adequação ao Marco Legal, o case Itabuna é uma prova de viabilidade. Nós, da CVR Costa do Cacau, podemos atuar como um parceiro estratégico, oferecendo a segurança jurídica e a capacidade operacional necessária para replicar este sucesso em outras localidades, inclusive a sua.

 

Este artigo, afinal, é também um convite, para que gestores e sociedade enxerguem o resíduo não como um problema a ser escondido, mas como um ativo fundamental para a construção de uma nova economia e oportunidades de desenvolvimento de suas regiões. economia restauradas com a desativação do lixão

Os ganhos foram inúmeros, e podemos destacar hoje os da saúde pública e no resgate da dignidade urbana, comprovando que a gestão correta é o único caminho para cidades que pretendem ser referência em sustentabilidade e crescer de forma saudável.

Um outro pilar deste case é a transformação socioeconômica. A erradicação do lixão permitiu a organização da AACRI (Associação de Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna), garantindo que os antigos catadores passassem a atuar como agentes de limpeza com autonomia financeira, e com suporte de profissionais especializados.

Para a gestão pública de Itabuna, a parceria com a CVR traduz-se em segurança ao utilizar uma estrutura que já recebeu R$50 milhões em investimentos. O município elimina o custo de manutenção de áreas degradadas e se protege contra multas ambientais.

Este, ainda, é apenas o começo

O planejamento estratégico da CVR Costa do Cacau prevê que o Sul da Bahia lidere a transição energética no Nordeste, com projetos para geração de biometano e beneficiamento de agregados recicláveis, totalizando aportes de R$100 milhões até 2030. A região é também atrativa para novos negócios, o que eleva o valor de mercado das cidades que aderem a essa agenda.

O case Itabuna é uma prova de viabilidade

Para as prefeituras que ainda enfrentam o desafio da adequação ao Marco Legal, o case Itabuna é uma prova de viabilidade. Nós, da CVR Costa do Cacau, podemos atuar como um parceiro estratégico, oferecendo a segurança jurídica e a capacidade operacional necessária para replicar este sucesso em outras localidades, inclusive a sua.

Este artigo, afinal, é também um convite, para que gestores e sociedade enxerguem o resíduo não como um problema a ser escondido, mas como um ativo fundamental para a construção de uma nova economia e oportunidades de desenvolvimento de suas regiões.